"O livro é sobre nosso legado, mas também uma análise sobre como nos mantemos firmes na jornada", afirmou a CEO Mônica Canellas Rossi no evento para autoridades, clientes e familiares.
O Rossi, Maffini e Milman Advogados promoveu o lançamento oficial do livro que registra os 60 anos de história do escritório, um dos mais tradicionais do Rio Grande do Sul. O evento reuniu autoridades, magistrados, clientes e representantes do setor empresarial em uma celebração marcada pelo reconhecimento à trajetória construída desde 1966.
A obra, editada pela Critério Editorial, resgata os momentos que ajudaram a consolidar a reputação do escritório ao longo de seis décadas, com destaque para a visão de seu fundador, Dante Rossi, advogado trabalhista reconhecido por sua contribuição ao desenvolvimento da advocacia empresarial gaúcha.
Atualmente liderado pelos sócios Mônica Canellas Rossi, hoje CEO, Benôni Rossi, Rafael Maffini, Fabio Milman, Eugênio Hainzenreder e Guilherme Bier Barcelos. Com sedes em Porto Alegre e São Paulo, o escritório reúne mais de 100 profissionais especializados em Direito Trabalhista, Público e Administrativo, Societário e Tributário. Além de investir na área de Direito Digital, estruturou recentemente seu trabalho multidisciplinar em três pilares: Infraestrutura, Saúde e Entretenimento, áreas em que é referência e atende grandes empresas do país.
"O livro é sobre nosso legado, mas também uma análise sobre como nos mantemos firmes na jornada. O RMM Advogados, a partir de sua essência sólida, consegue olhar firme para o futuro e acompanhar a evolução da advocacia conforme as transformações da sociedade", afirma Mônica.
Para Mateus Colombo, sócio-diretor da Critério Editorial, os livros da Critério não se limitam a textos e histórias passadas. "São também de imagens e de futuro. Não contamos apenas a história das empresas e das lideranças que biografamos: procuramos contar o presente e, especialmente, o futuro. Por que essa empresa é digna de uma obra dessas? Como chegou até aqui e para onde vai?", explica. A intenção, diz Colombo, é que as obras funcionem como documentos vivos, a serviço do posicionamento no mercado, da prospecção de clientes e do aculturamento de quem faz parte da jornada.
Com o RMM, afirma, responder a essas perguntas foi simples. "Foram dois anos de produção, dezenas de entrevistas e horas de leitura. É muito claro que o RMM sabe onde está, sabe por que chegou até aqui e sabe para onde vai", avalia. O resultado, define, é "uma obra completa": uma história inspiradora, um sólido presente e um futuro à altura de quem criou e sustenta essa trajetória.
Ao encerrar, o sócio-diretor dispensou o tradicional voto de longevidade. "Não vou desejar mais 60 anos ao RMM. Não é necessário: a perenidade, aqui, é uma certeza. Desejo, isso sim, que os próximos 60 anos sejam tão repletos de verdade, essência e resultados quanto os primeiros", concluiu.
Rossi Maffini Milman - Sua Perspectiva. Nossa estratégia.